Hiposmia: quando a redução do olfato merece atenção
26/01/2026

Perceber que os cheiros do dia a dia estão mais fracos, como o aroma do café, o perfume ou até o cheiro dos alimentos, pode parecer algo pequeno à primeira vista, no entanto, a redução do olfato, conhecida como Hiposmia, pode impactar diretamente na sua qualidade de vida..

E, em alguns casos, sinaliza alterações importantes na saúde, além de interferir no prazer de comer e nas memórias afetivas ligadas aos cheiros, esse sintoma também pode dificultar a percepção de riscos, como gás vazando ou alimentos estragados.

Para te ajudar nisso, criei este artigo onde você irá aprender o que é a Hiposmia, suas causas e quando ela se torna preocupante é essencial. Continue a leitura e saiba mais!

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Conhecendo essa condição….

Diferente da anosmia, que representa a perda total do olfato, a Hiposmia pode se manifestar de forma sutil e progressiva, fazendo com que a pessoa ainda perceba alguns odores, mas com menor intensidade.

E justamente por ser discreta em muitos casos que ela pode passar despercebida ou ser confundida com algo passageiro.

Ainda assim, mesmo quando leve, a hiposmia merece atenção, pois pode indicar inflamações, obstruções nasais ou até alterações neurológicas que precisam de avaliação adequada.

Hiposmia

As causas mais frequentes

Diversos fatores podem estar por trás desses casos, entre os mais comuns estão as infecções virais das vias aéreas superiores, como gripes, resfriados e a Covid-19, que ganhou destaque por frequentemente cursar com alterações no olfato.

Doenças inflamatórias do nariz e dos seios da face, como rinite e rinossinusite crônica, também estão entre as principais causas, assim como a presença de pólipos nasais, que dificultam a passagem do ar até a região responsável pela percepção dos odores.

traumas cranianos podem lesionar estruturas envolvidas no olfato e levar à redução dessa função, enquanto o uso contínuo de alguns medicamentos, a exposição a substâncias químicas e o envelhecimento natural também contribuem.

Além disso, em certos casos, a hiposmia pode estar associada a doenças neurológicas, como Parkinson, funcionando como um sinal inicial que merece investigação.

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E quando a Hiposmia se torna preocupante?

Embora a Hiposmia possa ser temporária e melhorar espontaneamente, existem situações que exigem atenção imediata!

A perda súbita do olfato, sem causa aparente, é um importante sinal de alerta, da mesma forma, quando a redução do olfato vem acompanhada de outros sintomas neurológicos, como tontura, alterações na fala, na visão ou no equilíbrio, é fundamental buscar avaliação médica o quanto antes.

Outro ponto de atenção é a persistência do quadro… Se a hiposmia dura semanas ou meses, mesmo após o fim de uma infecção respiratória, ela não deve ser ignorada.

O diagnóstico precoce ajuda a identificar a causa correta e aumenta as chances de recuperação, além de afastar condições mais graves.

Por isso, ao notar a redução do olfato de forma persistente ou associada a outros sintomas, o mais indicado é procurar um otorrinolaringologista.

Eu estou aqui para te ajudar nisso!

Com o acompanhamento especializado, posso chegar mais rápido a um diagnóstico adequado e definir o melhor tratamento para o caso, garantindo mais cuidado e tranquilidade no dia a dia, como todo mundo merece.

Quer saber mais sobre esses assuntos? Continue acompanhando os meus artigos publicados por aqui e me siga no Instagram (@kallilfernandes_otorrino)!

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Kallil Fernandes

Médico otorrinolaringologista formado pela UFRN em 2015, com residência no Hospital Universitário Onofre Lopes entre 2016 e 2019.

Sou membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial e atendo em Natal, Rio Grande do Norte.

A minha missão é cuidar da saúde dos seus sentidos: audição, olfato e paladar.

Kallil Fernandes | Otorrino em Natal
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